sábado, 12 de março de 2016

Cérebro; chocolate melhora o desempenho.


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  • Roberto Ulhoa


Análises de uma pesquisa americana realizada na Austrália sugerem que há uma ligação entre o consumo de qualquer tipo de chocolate e melhorias no funcionamento do cérebro.

A pesquisadora especializada em nutrição Georgina Crichton, da Universidade do Sul da Austrália, analisou uma pesquisa que teve início na década de 1970 nos Estados Unidos e observou mais de mil pessoas durante 30 anos.

O objetivo da pesquisa, chamada Maine-Syracuse Longitudinal Study (MSLS) - pois envolvia a Universidade do Maine e o Instituto Luxemburgo de Saúde -, era observar a relação entre a pressão sanguínea das pessoas e o desempenho do cérebro.

Isto foi feito durante décadas até que os pesquisadores resolveram ampliar o estudo e observar outros fatores de risco cardiovascular, incluindo diabetes, obesidade e fumo. A pesquisa teve ao todo sete coletas de dados entre os participantes, feitas com cinco anos de intervalo.

O pesquisador que liderou o estudo, Merrill Elias, decidiu perguntar aos participantes o que eles comiam e incorporou um novo questionário já na sexta onda de coleta de dados, entre os anos de 2001 e 2006.

As respostas a esse questionário deram pistas sobre a dieta dos participantes que interessaram os pesquisadores.

Descobrimos que as pessoas que comiam chocolate pelo menos uma vez por semana tendiam a ter um melhor desempenho cognitivo. É significativo, toca vários domínios cognitivos

A pesquisadora australiana entrou em contato com Merrill Elias, que liderou o MSLS, para fazer uma nova análise da pesquisa.

"Examinamos se o consumo habitual de chocolate estava associado à função cognitiva (funcionamento do cérebro - memória, concentração, raciocínio, processamento da informação) em cerca de mil indivíduos no MSLS. Descobrimos que aqueles que comeram o chocolate pelo menos uma vez por semana tiveram um melhor desempenho em múltiplas tarefas cognitivas, se comparados àqueles que comiam chocolate menos de uma vez por semana", disse Georgina Crichton.
O que foi analisado

Entre os aspectos analisados estavam memória verbal, memória visual e espacial, organização e raciocínio abstrato, além da habilidade de recordar uma lista de palavras ou onde um objeto foi colocado.

"Com exceção da memória funcional, essas relações não foram atenuadas com o controle estatístico para fatores cardiovasculares, de dieta e estilo de vida. Isto significa que independentemente de fatores como idade, sexo, nível de educação, colesterol, glicose, pressão sanguínea, energia total e consumo de álcool, a relação entre consumo de chocolate e cognição continuava sendo importante", afirmou Crichton.

A pesquisadora afirma que existe uma crença histórica nos benefícios do chocolate, mas baseada apenas na experiência e observação. Agora a ciência está começando a identificar bases para estas crenças.

"O chocolate e os flavonoides do cacau eram associados à melhoria em uma série de problemas de saúde que vinham desde tempos antigos e os benefícios cardiovasculares já tinham sido estabelecidos, mas sabíamos muito menos a respeito dos efeitos do chocolate na neurocognição e comportamento", disse Crichton.
Ao leite

Outra boa notícia é que se antes os pesquisadores davam mais ênfase ao chocolate amargo, desta vez não importa se o chocolate consumido é o mais escuro ou ao leite.

"A maioria das pesquisas se concentrou nos efeitos intensos do chocolate amargo ou das bebidas ricas em cacau. Isso acontecia porque o chocolate amargo tem mais flavonoides do que o chocolate ao leite. Os participantes recebiam chocolate ou cacau para consumir e seu desempenho cognitivo era testado horas depois", disse Crichton.

"Nossa pesquisa é inovadora porque pediu para as próprias pessoas registrarem seu consumo normal/habitual. Em segundo lugar, essas pessoas teriam consumido todos os tipos de chocolate, e os dados nacionais sobre a dieta americana mostram que chocolate ao leite era o tipo mais frequente consumido no momento da pesquisa. Em resumo: descobrimos essa associação positiva sem isolar apenas o chocolate amargo."

Apesar do entusiasmo da pesquisadora, Crichton e Merrill Elias ainda não sabem a causa exata da melhora no desempenho do cérebro. E Elias vai mais longe.

"Não é possível falar sobre causalidade, porque isso é quase impossível de se provar com nosso projeto. Mas podemos falar sobre direção. Nosso estudo definitivamente indica que a direção não é que a habilidade cognitiva afeta o consumo de chocolate, mas que o consumo de chocolate afeta a habilidade cognitiva", afirmou o pesquisador americano.

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Saúde bucal da mulher

A saúde geral e bucal da mulher



Muitas mulheres só notam que têm problemas quando este já está em estado avançado.
Por Colgate -
Artigo publicado em 19/05/2014



Há uma relação entre minha saúde bucal e minha saúde geral?

No caso das mulheres, um número cada vez maior de estudos relaciona as enfermidades gengivais com uma variedade de problemas que afetam a saúde da mulher. Como a gengivite é uma infecção causada por bactérias, estas podem entrar na corrente sangüínea e tornar-se causa de outras complicações:
Problemas Cardíacos: Indivíduos com gengivite correm um risco maior de ter problemas cardíacos, com o dobro de possibilidade de sofrerem ataques fatais.
Derrame: Um estudo revelou a existência de uma relação causal entre infecções bucais e risco de derrame ou também conhecido como acidente vascular cerebral (AVC).(1)
Diabetes: Os diabéticos são mais propensos a terem gengivite e nestes indivíduos é mais difícil controlar o açúcar no sangue. A gengivite pode ser um fator de risco para o diabético, mesmo em indivíduos com açúcar controlado.(2)
Problemas respiratórios: Bactérias que se desenvolvem na cavidade bucal podem chegar até os pulmões e causar doenças das vias respiratórias, tal como a pneumonia, especialmente em pessoas que têm gengivite.(3)
Resultados da gestação: As gestantes com gengivite podem estar mais propensas a partos prematuros ou terem bebês de menor peso ao nascer. A gengivite também pode aumentar o nível dos líquidos biológicos que estimulam o parto.(3)

Como a gengivite em geral não dói, muitas mulheres só notam que têm o problema quando este já está em estado avançado. A melhor defesa é a cuidadosa higiene bucal diária com uma boa escovação e o uso de fio dental, e as consultas regulares com seu dentista.

Os requisitos relacionados à saúde bucal mudam com o passar do tempo?

A mulher tem necessidades especiais relacionadas à saúde bucal nas diversas fases da vida. As mudanças nos níveis de hormônio que ocorrem na puberdade, seguidas da menstruação, gravidez e menopausa tornam as gengivas mais sensíveis à placa bacteriana. Nessas etapas da vida, as mulheres não podem esquecer de escovar e usar fio dental todos os dias, para evitar a gengivite.

Outras informações importantes:
Menstruação — Algumas mulheres notam que sua gengiva incha e sangra antes da menstruação. Outras têm aftas ou inflamações da mucosa bucal. Estes sintomas geralmente desaparecem no início da menstruação.
Contraceptivos orais — A inflamação da gengiva é um dos efeitos colaterais mais comuns dos contraceptivos orais.
Gravidez — Estudos mostram que muitas mulheres grávidas têm gengivite quando a placa bacteriana se forma sobre os dentes e irrita a gengiva. Os sintomas são gengivas avermelhadas, inflamadas e com sangramento. O cuidado pré-natal é sempre extremamente importante.
Menopausa — Os sintomas bucais experimentados durante este estágio na vida de uma mulher são gengiva avermelhada ou inflamada, desconforto, sensação de ardência, sensação de alteração do paladar e boca seca.
Osteoporose — Várias pesquisas sugerem a existência de uma relação entre a osteoporose e a perda óssea nos maxilares. Os pesquisadores sugerem que isto pode levar à perda de dentes por causa da provável diminuição da densidade dos ossos onde os dentes estão inseridos. Juntamente com a osteoporose, a doença periodontal acelera o processo de perda de estrutura óssea ao redor dos dentes.


1National Women’s Health Resource Center, February, 2000.
2The American Academy of Periodontology, June 5, 2000.
3The American Academy of Periodontology, January 17, 2001.
4The American Academy of Periodontology, May 15, 2000.

Fonte:http://noticias.uol.com.br/

quarta-feira, 4 de março de 2015

Descoberta casa onde Jesus teria passado a infância Construção de argamassa e pedra já havia sido apontada como a morado do Cristo menino por freiras, no século 19

A casa onde Jesus teria passado a infância foi descoberta por arqueólogos na cidade de Nazaré, em Israel.

A construção, que tem paredes feitas de argamassa e pedra, está apoiada em uma encosta rochosa. No fim do século 19, freiras do convento das irmãs de Nazaré tinham encontrado a casa, mas só nove anos atrás arqueólogos britânicos identificaram que a estrutura datava do primeiro século da era cristã.

Os pesquisadores descobriram relatos de pessoas que viveram centenas de anos depois da época de Jesus, afirmando que ele havia sido criado ali por Maria e José.

Também foi constatado que o Império Bizantino, que controlava a cidade até o ano 700, decorou a casa com mosaicos e ergueu uma igreja sobre a construção, para protegê-la.
Fonte: uol.com.br

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Hoje bilionário, criador da Wise Up começou no cheque especial; veja dicas1

Abrir uma escola de idiomas sem saber falar inglês parece algo improvável, mas não para o empresário Flávio Augusto da Silva, 42, fundador da Wise Up. O negócio iniciado em 1995 com R$ 20 mil de cheque especial foi vendido em 2013 por R$ 877 milhões para a Abril Educação. A venda o levou à lista de bilionários brasileiros da revista "Forbes" em 2014, com patrimônio avaliado em R$ 1,04 bilhão.

No mesmo ano em que vendeu a rede da Wise Up, o empresário comprou um clube de futebol nos Estados Unidos, o Orlando City. O investimento foi de US$ 110 milhões (cerca de R$ 300 milhões) e inclui a construção de um estádio em parceria com a prefeitura local.

No ano passado, o clube anunciou a contratação do meio-campo Kaká e, antes mesmo de estrear na liga principal do país, o time já é avaliado em US$ 325 milhões (quase R$ 900 milhões), segundo o empresário.

Há seis meses, o empreendedor abriu mais uma empresa, o MeuSucesso.com, um site de cursos online sobre negócios. Em 38 dias no ar, a start-up já havia faturado o primeiro milhão, vendendo assinaturas anuais de R$ 780.

Silva também é admirado por jovens empreendedores. Seu canal na internet, o Geração de Valor, tem 2,3 milhões de curtidas no Facebook. Para compartilhar seu conhecimento no mundo dos negócios com os fãs, o empresário foi um dos palestrantes desta quarta-feira (4) na Campus Party, evento de tecnologia e empreendedorismo realizado em São Paulo.

Durante sua apresentação, Silva disse que empreender depende de três elementos básicos: visão, coragem e competência. "Os três devem estar interligados e, na falta de um, o negócio pode não dar certo."

Veja abaixo cinco dicas do empresário para criar um negócio de sucesso.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Ex-faxineira que inspirou novela entra na Forbes com Gisele Bündchen



A ex-faxineira Zica Assis, 52, que inspirou a criação da personagem de Heloisa Périssé na novela Avenida Brasil, a cabeleireira Monalisa, figura entre as dez mulheres de negócios mais poderosas do Brasil, segundo a revista americana "Forbes".

Na mesma lista, divulgada em maio deste ano, estão a modelo Gisele Bündchen, a presidente da Petrobras Maria das Graças Silva Foster e a presidente do Instituto Ayrton Senna, Viviane Senna. 

Zica é fundadora da rede de salões de cabeleireiros Instituto Beleza Natural, especializado em cabelos crespos e ondulados. A motivação para criar o negócio veio do próprio cabelo que, segundo a empreendedora, era difícil de manter bonito.

"Virei cabeleireira aos 21 anos para conhecer meu próprio fio. Nos anos 90, os únicos tratamentos que existiam eram para alisar, e eu queria mantê-lo natural, mas com balanço e brilho. Eu era doméstica e o cabelo crespo era visto como sujo e sinal de desleixo", conta.

Hoje, a rede possui 13 salões –dez no Estado do Rio de Janeiro, dois no Espírito Santo e um na Bahia–, 1.700 funcionários, um centro de desenvolvimento técnico para criação de cosméticos e uma fábrica de produtos próprios com capacidade de produção de 300 toneladas por mês.

Com o conhecimento adquirido no curso de cabeleireira e o contato com fornecedores de empresas de cosméticos no salão em que era funcionária, ela passou a testar misturas de produtos em casa na tentativa de melhorar a aparência do próprio cabelo.

"Meu marido reclamava que meu cabelo estava sempre desgrenhado, de tanta mistura que eu passava sem sucesso. Então, passei a testar no cabelo do meu irmão porque se não desse certo, era só raspar", diz.

Foram dez anos de testes até que ela recebeu o primeiro elogio a suas madeixas. "Fiz uma mistura que não fez o cabelo do meu irmão cair, então passei no meu. Quando uma prima elogiou e disse que queria que o cabelo dela ficasse igual, eu soube que havia chegado à fórmula certa."

A descoberta foi batizada de "Super Relaxante". Depois de procurar uma indústria química para fabricar o produto com exclusividade, o passo seguinte foi convencer o marido a vender o único bem da família, um automóvel Fusca, para investir no próprio salão. Ela convidou o irmão – que até então era cobaia nos testes– e uma amiga para serem sócios e trabalharem com ela.

Em 1993, foi inaugurada a primeira unidade do Instituto Beleza Natural, na comunidade do Catrambi, na cidade do Rio de Janeiro. "A fama foi se espalhando e desde as 5h da manhã já tinha gente na fila. Quando abria, às 9h, o salão já estava cheio, com 100 pessoas", declara Assis.

Um ano depois, ela inaugurou a primeira filial e o crescimento nunca mais parou. Este ano, serão inauguradas outras cinco unidades –três em São Paulo e mais duas no Rio de Janeiro. A rede atende 90 mil clientes por mês e, além do Super Relaxante, foram desenvolvidos cerca de 50 produtos, entre xampus, condicionadores e outros itens para fazer a manutenção do tratamento.

"O tratamento com o Super Relaxante só é feito no salão e a fórmula é ultrassecreta. Vendemos os produtos para que a cliente faça a manutenção em casa", diz.

Ela não revela o faturamento, mas diz que a rede cresce, em média, 30% ao ano. "Na época em que criei o salão, ninguém olhava para a classe C, agora ela tem força e liberdade de escolha. Eu cresci junto com ela, dou oportunidades de trabalho, e estar na lista de uma revista tão importante é o reconhecimento de muito trabalho", diz.

A consultora de negócios em beleza Rose Gonçalves, da empresa Assessoria em Beleza, diz que se especializar em determinado nicho, como fez Assis, ajuda a empresa a se tornar referência no segmento. "Ela virou referência, por isso fez sucesso. No Brasil, onde grande parte da população tem ascendência negra, esse nicho é uma grande oportunidade", destaca.

Reinaldo Messias, consultor do Sebrae-SP (Serviço de Apoio à Micro e Pequena Empresa do Estado de São Paulo) diz que o empreendedor deve desenvolver habilidades de venda e apostar na comercialização de produtos relacionados, como xampus e cremes de tratamento. "Isso ajuda a elevar o faturamento."

O desafio, segundo ele, é fazer com que o cliente reconheça o estabelecimento como bom prestador de serviço e não somente o profissional.

"Se o cliente reconhece o profissional como sendo bom, ele irá segui-lo se ele trocar de salão. O dono do salão é um intermediário e tem que ser atuante. Ele deve treinar todos os profissionais igualmente, para que nenhum seja insubstituível", declara.

Fonte:http://economia.uol.com.br/

Ex-panfleteiro compra escola do patrão e fatura R$ 24 mi com aula de games8



Alessandro Bomfim, 37, protagonizou uma virada. De entregador de panfletos de uma escola de informática no Rio de Janeiro, ele se tornou o dono do negócio, modernizou as aulas e criou uma rede, a Saga, que faturou R$ 24 milhões em 2014. Entre os cursos oferecidos estão computação gráfica e desenvolvimento de games.

Antes, ele foi office-boy, entregador de pizza, balconista, auxiliar de serviços gerais, entre outros bicos que o ajudavam a sobreviver enquanto lutava pelo sonho de se tornar cantor de funk. Mas foi distribuindo panfletos, em 1997, que as portas se abriram. Ganhando R$ 10 por dia como freelancer, ele já se destacava ao atrair muitos alunos e foi chamado para integrar a equipe fixa da escola.

Como queria ter liberdade de horário para poder levar suas músicas às rádios, recusou a proposta. Mas, cerca de um ano depois, sem resultados no mundo da música, resolveu se dedicar mais ao emprego e aceitou o cargo de vendedor externo. Com bom desempenho, logo virou gerente de vendas e, depois, gerente-geral da escola.

À frente da gestão, sentia necessidade e vontade de promover mudanças. "Eu dava várias sugestões, principalmente no perfil dos cursos, mas os donos não aceitavam, eram muito fechados", afirma.
Primeira medida como patrão foi abolir aulas de Power Point

Em 2002, ele se juntou a dois amigos --um deles, sócio-investidor-- e fez uma oferta para comprar a escola. O investimento na época foi de cerca de R$ 90 mil, mais o pagamento de algumas dívidas da empresa. Sua primeira ação como dono foi abolir o curso genérico de informática, que ensinava a usar programas como Power Point e Excel, e criar o de computação gráfica, mais especializado.

"Era uma linha totalmente diferente do que o mercado nacional estava aplicando naquele momento", declara. A estratégia se mostrou correta e logo Bomfim inaugurou filiais em São Gonçalo (RJ) e em São Paulo (SP).

Em 2009, atento ao mercado internacional, ele identificou outra tendência: ensinar mais embasamento artístico, não apenas a mexer nas ferramentas. "Comecei a implementar isso, mas percebi que exigiria uma grande reformulação dos cursos. Então, resolvemos mudar tudo, inclusive o nome da escola, para virar, de fato, uma escola de arte digital", declara.

Hoje, a Saga oferece cursos de computação gráfica, de desenvolvimento de jogos em 3D, de maquetes eletrônicas e de personagens 3D. As mensalidades variam de R$ 270 a R$ 550. Há unidades em Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), Guarulhos (SP), Recife (PE), Salvador (BA) e São Paulo (SP).

Embora forme mão de obra para o mercado, 99% dos alunos são adolescentes entre 13 e 16 anos interessados no mundo digital, segundo Bomfim. Mais de 12 mil alunos já passaram pela escola. Desde 2011, a Saga tem parceria com a Gnomon School of Visual Effects, escola de efeitos especiais de Hollywood. 
Concorrência e dólar alto são desafios atuais

Embora tenha alcançado o sucesso, a saga de Bomfim continua. Hoje seus desafios são a concorrência e o dólar alto. "O mercado hoje está mais difícil, por isso, procuramos sair do tradicional eixo Sul-Sudeste. Temos duas unidades no Nordeste e pretendo abrir uma na região Norte. Como trabalhamos com softwares originais e importados, sofremos com a alta do dólar", diz.

Para o especialista em inovação Valter Pieracciani, sócio da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, o ramo exige que o negócio se reinvente o tempo todo para acompanhar as mudanças tecnológicas e econômicas. Segundo ele, uma oscilação do mercado pode fazer as famílias cortarem gastos extras com cursos extracurriculares.

"Frases como 'em time que está ganhando não se mexe' e 'sempre fizemos assim e funcionou' devem ser abolidas do mundo dos negócios. Hoje, as empresas aprendem fazendo. Se fizer bem feito e o cliente perceber valor naquilo, ele vai pagar."

Fonte Economia.uol.com

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Veja quais deputados não registraram voto na sessão do caso Donadon

Faltaram 24 votos para que deputado condenado tivesse mandato cassado.
Dos 513 deputados, 104 não registraram voto no painel eletrônico.



Dos 513 deputados da Câmara, 104 não votaram na sessão da noite desta quarta-feira (29), apesar de 50 desses 104 terem registrado presença na Câmara. Na sessão, os parlamentares rejeitaram a cassação do deputado Natan Donadon (sem partido-RO).

Condenado pelo Supremo Tribunal Federal a mais de 13 anos de prisão, Donadon escapou da cassação por 24 votos, embora o presidente da Casa, deputado Henrique Alves (PMDB-RN) o tenha declarado afastado do mandato devido ao cumprimento da pena de prisão no presídio da Papuda, em Brasília.

Na sessão, houve 233 votos a favor da cassação do mandato, 131 contra e 41 abstenções. Para a cassação, eram necessários pelo menos 257 votos. A votação foi secreta.
saiba mais
Saiba quais deputados votaram no processo de cassação de Donadon

Dos 409 votantes (saiba quais deputados votaram), quatro optaram pela opção "obstrução" no painel eletrônico. Quando um deputado obstrui uma votação, ele registra a opção no painel, mas o voto não é contabilizado para formação do quórum.

O PT, partido com a maior bancada da Casa (88 deputados) teve a participação de 67 parlamentares na votação (ou seja, 21 não votaram). Do PMDB, segunda maior bancada da Câmara, 15 dos 80 deputados não participaram da votação. Dono da terceira maior bancada, o PSDB contou com a participação de 43 dos 49 deputados.

Veja a lista dos deputados que não participaram da votação:

DEM (6 não votaram)
ABELARDO LUPION
BETINHO ROSADO
CLAUDIO CAJADO
ELI CORREA FILHO
JORGE TADEU MUDALEN
LIRA MAIA

PC do B (2 não votaram)
ALICE PORTUGAL
JANDIRA FEGHALI

PDT (3 não votaram)
ENIO BACCI
GIOVANI CHERINI
GIOVANNI QUEIROZ

PMDB (15 não votaram)
ALCEU MOREIRA
ANDRÉ ZACHAROW
ARTHUR OLIVEIRA MAIA
ASDRUBAL BENTES
CARLOS BEZERRA
DARCÍSIO PERONDI
ELISEU PADILHA
GABRIEL CHALITA
GENECIAS NORONHA
JOSÉ PRIANTE
JÚNIOR COIMBRA
LEONARDO QUINTÃO
MÁRIO FEITOZA
NEWTON CARDOSO
RENAN FILHO

PMN (1 não votou)
JAQUELINE RORIZ

PP (14 não votaram)
AFONSO HAMM
BETO MANSUR
CARLOS MAGNO
GUILHERME MUSSI
JOSÉ LINHARES
JOSÉ OTÁVIO GERMANO
LUIZ FERNANDO FARIA
PAULO MALUF
PEDRO HENRY
RENATO MOLLING
RENZO BRAZ
TONINHO PINHEIRO
VILSON COVATTI
WALDIR MARANHÃO

PPS (2 não votaram)
ALMEIDA LIMA
ARNALDO JARDIM

PR (8 não votaram)
BERNARDO SANTANA DE VASCONCELLOS
INOCÊNCIO OLIVEIRA
LAERCIO OLIVEIRA
MANUEL ROSA NECA
VALDEMAR COSTA NETO
VICENTE ARRUDA
ZÉ VIEIRA
ZOINHO

PRB (1 não votou)
VILALBA

PSB (6 não votaram)
ABELARDO CAMARINHA
ALEXANDRE ROSO
ANTONIO BALHMANN
BETO ALBUQUERQUE
PAULO FOLETTO
SANDRA ROSADO

PSC (2 não votaram)
NELSON PADOVANI
PASTOR MARCO FELICIANO

PSD (12 não votaram)
DR. LUIZ FERNANDO
EDSON PIMENTA
EDUARDO SCIARRA
ELIENE LIMA
FERNANDO TORRES
HEULER CRUVINEL
HOMERO PEREIRA
JOÃO LYRA
JOSÉ CARLOS ARAÚJO
MANOEL SALVIANO
MARCOS MONTES
SÉRGIO BRITO

PSDB (6 não votaram)
CARLOS ROBERTO
MARCO TEBALDI
MARCUS PESTANA
PINTO ITAMARATY
SERGIO GUERRA
VANDERLEI MACRIS

PT (21 não votaram)
ANGELO VANHONI
ANSELMO DE JESUS
ARTUR BRUNO
BETO FARO
BIFFI
BOHN GASS
IRINY LOPES
JOÃO PAULO CUNHA
JOSÉ GENOINO
JOSIAS GOMES
LUIZ ALBERTO
MARCON
MARINA SANTANNA
MIGUEL CORRÊA
ODAIR CUNHA
PEDRO EUGÊNIO
PEDRO UCZAI
ROGÉRIO CARVALHO
RONALDO ZULKE
VICENTINHO
WELITON PRADO

PTB (2 não votaram)
JOVAIR ARANTES
SABINO CASTELO BRANCO

PTdoB (1 não votou)
ROSINHA DA ADEFAL

PV (1 não votou)
EURICO JÚNIOR

SEM PARTIDO (1 não votou)
ROMÁRIO

Fonte: globo.com